ZDB

Artes Visuais
Exposições

Joie de Vivre

— exposição de Gil Ferrão

06.10 — 10.12.22
Livraria ZDB

Inauguração:
6.10.2022 - 18h
Entrada livre

Horário:
Segunda a Sábado
18h - 22h

©Bruno Lopes
©Bruno Lopes
©Bruno Lopes
©Bruno Lopes

A Livraria Zé dos Bois apresenta Joie de Vivre, projecto de intervenção artística de Gil Ferrão. Procurando testar o potencial performativo de cada objecto, Gil Ferrão apresenta uma série de trabalhos que conduzem à interacção através do gesto intuitivo, inserindo o público no processo de metamorfose das obras activadas pelo movimento e pensamento de cada pessoa.

Através da apropriação de objectos reconhecíveis, o artista procura estabelecer uma ligação de proximidade com o público e com o contexto expositivo, repensando o que nos rodeia, aludindo a uma experiência de memória colectiva. O seu trabalho situa-se assim num limbo, entre o consciente e o inconsciente, explorando as relações entre o físico e material e o imaginário e o onírico.

As obras rolam, desenrolam, rodam, riscam, desenham. Ou balançam, mergulham, sobem, descem. O meu trabalho assemelha-se a um reflexo, extensão, ou catalizador, do pensamento do performer. A intuição do nosso gesto conduz à interação entre o nosso corpo, o pensamento, e a obra. Necessitamos de estar ligados à terra. Envolvermo-nos, como humanos, com o nosso corpo. Perdemos a mobilidade, a vontade, a experiência e a liberdade.

Gil Ferrão

Gil Ferrão

Artista que explora e trabalha a união dos lados consciente e inconsciente e onde vários materiais e suportes podem coabitar.
É influenciado pelo equilíbrio, o movimento e algo que pode ter uma interação física.
Nas suas obras, jogos, desportos e brincadeiras infantis são interpretados de forma estética e performática. Isso promove a partilha de ideias entre estranhos.
O público aproxima-se e torna-se consciente e criativo.
– “Como chamamos?” –
Uma questão importante quando o objeto é observado ou manuseado por alguém. O corpo? Que corpo? Quem são os jogadores e, acima disso, quem está representado aqui? Porque a obra de Gil torna-se inteira com a presença humana, sem o toque, sem o movimento e sem a ação, pode murchar e morrer.
Expõe regularmente os seus trabalhos e participa em residências artísticas, desde 2016. As suas colaborações com outros artistas e instituições ajudaram a crescer
intelectualmente e contribuíram para o desenvolvimento da sua produção artística.
Descreve as suas obras como experiências que gosta de trazer para fora dos museus e compartilhar com estranhos. Ele adora estimular a criatividade e a imaginação dos outros.
É representado pela Artemis Gallery, desde 2020, em Lisboa.

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