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Artes Performativas
Performance

Primeira lição de voo. Pobre não tem metafísica. O melhor mundo possível

— Gustavo Sumpta

Sáb11.07.2017:30
Dom12.07.2017:30
Sáb18.07.2017:30
Dom19.07.2017:30
Fundação Calouste Gulbenkian ⟡ Palco Grande Auditório

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Primeira Lição de Voo. Pobre não tem metafísica.
Este projecto de 2007 nasceu durante o Case Study, orientado por João Fiadeiro no atelier RE.Al e que teve como objectivo de pesquisa a investigação realizada sobre o Método de Composição em Tempo Real. Aqui faz-se uma pequena homenagem aos mestres do cinema mudo, enquanto se testa a resistência do material.

O Melhor Mundo Possível. 
Da ideia que de um desenho bidimensional nasce uma forma tridimensional, procura-se aqui perceber quanto tempo pode durar uma mesma e única acção. Primeiro fabricam-se a vogais e só depois as consoantes, assim nasce este texto sem palavras. Este projecto estreou na ZDB em 2003 no contexto do programa “Propostas para quem Dança”.

Gustavo Sumpta

Gustavo Sumpta. Luanda 1970. Vive e trabalha em Lisboa. Performer, artista visual e actor de cinema. Frequência do 1o ano do curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Curso Profissional de Interprete do Balleteatro, Porto, Portugal. Trabalhou como interprete e autor com o coreógrafo João Fiadeiro nas peças “Existência” de 2002 e “Para onde vai a luz quando se apaga” e “Case Study”, Re al, em 2006. Foi Professor no departamento de Escultura no Ar.co em Lisboa do Curso de Escultura de 2009 a 2013. Em 2017 participou no Anozero em Coimbra “ Curar e Reparar” onde estreou a performance “ Levantar o Mundo”, no mesmo ano a sua exposição individual ” Die Zunge an den Gaumen nähen”, Rosalux- The Berlin-based art space, Berlim, Alemanha. Em 2015 mostrou “Pó de Lâmpada” Festival Turbine Hall, Giswel, Suíça. “Comboio Fantasma”, performance de apresentação única na Calçada do Combro, Lisboa, Portugal em 2014. No ano de 2013 participou na exposições colectivas “A Natureza ri da Cultura”, Museu da Luz, Alqueva, Portugal e “O Fim da Violência ” Museu Bernardo, Caldas da Rainha, Portugal Em 2012 realizou a escultura para o espaço público “Sai da unhas” na Casa independente, Largo do intendente, Lisboa, Portugal.

No ano 2010 fez a apresentação única da performance “A raiz da fruta”, Festival “Point d impact”, Genéve, Suíça. No ano de 2009 participou na Bienal Gyumri, Museu Etnográfico de Gyumri, Arménia. 2008 “Assim não vais longe”. Estreia no contexto do Ciclo performances apresentado no atelier Re al, do qual fizeram parte todos o trabalhos desde 2004. No ano de 2007 participou no “Prémio EDP, Novos artistas”, Central do Freixo, Porto, Portugal. Em 2005 apresentou a performance “Vitoria, vitoria, acabou se a história”, Toxic, Fundição de Oeiras. Portugal. E Lab 11 em 2005 no atelier RE AL. Trabalhou como actor de teatro nos Artistas Unidos, em “BAAL” e “O Navio dos Negros” com encenação de Jorge Silva Melo. No cinema trabalhou com José Nascimento, Bem Rivers e Gabriel Abrantes, João Botelho, Sebastião Salgado, Sandro Aguilar, Teresa Prata, Pedro Costa e Vasco Saltão.

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