Neste evento, Bruna de Moura (violoncelo/sonoplastia) e Ana Cláudia Santos (poesia/texto) criam uma noite onde bruxas, sussurros e abismos se encontram. Um momento para quem sente a magia dos altares e o mistério da escuridão.
Neste evento, Bruna de Moura (violoncelo/sonoplastia) e Ana Cláudia Santos (poesia/texto) criam uma noite onde bruxas, sussurros e abismos se encontram. Um momento para quem sente a magia dos altares e o mistério da escuridão.
Bruna de Moura é violoncelista, toca baixo e compõe música. Não se prende a géneros ou a meios, mas está sempre ligada à música improvisada. Atualmente toca em Moura, Má Estrela, canalzero, gabre, URTIQA e Falena, para além de outros projetos pontuais.
Ana Cláudia Santos é uma poeta portuguesa que escreve sobre o mistério da vida e da morte. A sua obra explora os limites da realidade através do ocultismo, da religião, do virtual, da natureza e dos reinos celestes. É autora de “Meia-Vida”, “O Espectro” e “Ultra-Passado”, e curadora da antologia “Fábricas de Novas Almas”.
Originariamente de Coimbra, foi lá que poliu grande parte das suas referências. Na RUC, onde faz programas de rádio há mais de uma década, foi criando um caminho que passou pela dupla de djs Spinning Jenny e pelo coletivo Instrumental Violence. Com ambos foi marcando presença regular nas festas e salas de Coimbra, Porto e Lisboa.
Em Lisboa e no presente, o percurso é a solo, e reflete uma procura por ressignificar as referências que continuam as mesmas: a convergência entre o etéreo e o ruído, e a inquietude através do som.