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Música
Concertos

Pedro Melo Alves + João Barradas

— Ciclo 'Conundrum'

Sex14.01.2222:00
Galeria Zé dos Bois


© Nuno Martins
© Vera Marmelo

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Nome que temos vindo a encontrar cada vez mais vezes no fluxo das movimentações que mais interessam nos interstícios do jazz, da improvisação, da composição, do rock mais folgado e das propostas inauditas, Pedro Melo Alves junta-se à ZDB para dar novo fôlego ao seu ciclo Conundrum começado em 2018, continuado em 2019 e desde então em hiato. Nestes dois anos, e em contracorrente com a dormência e tensão especulativa da pandemia, Melo Alves arrepiou caminho e tem idealizado novas formas e linguagens que tiveram um momento particularmente marcante com a actuação do seu magnânimo Omniae Large Ensemble. Avançado ao longo de 2022, Melo Alves regressa a este mistério pessoal que é o Conundrum, proposta brava que põe o baterista em duo com alguém que admira e com quem nunca tenha actuado antes, num total de seis encontros. O primeiro encontro acontece em Janeiro com João Barradas, seguindo-se Rafael Toral em Março e Carlos Barretto em Maio.
Sem qualquer plano prévio ou estratégia, quebra-se assim o silêncio com uma música nascida de forma orgânica e aberta a inúmeras possibilidades, a vislumbrar um infinito. BS

Pedro Melo Alves

Pedro Melo Alves, 1991, nascido no Porto, Portugal. Estudou Bateria Jazz e Composição Musical. É um dos bateristas e compositores em maior destaque na cena musical vanguardista dos últimos anos em Portugal. Explorador das possibilidades expandidas da percussão, improvisador e compositor ambicioso para pequenas e grandes formações, tem sido distinguido a nível nacional (Prémio de Composição Bernardo Sassetti 2016, músico do ano jazz.pt 2017) e internacional (Premio Internazionale Giorgio Gaslini 2019). Em grande rotação a solo, como líder e como sideman, Pedro tem estado progressivamente mais envolvido no roteiro musical internacional, recebendo encomendas de instituições como o Guimarães Jazz, a Culturgest, o Gnration ou a Fundação Serralves e apresentado os seus projectos em eventos como o 12 Points Festival (Irlanda, 2018), European Jazz Conference (Lisboa, 2018), Jazzahead (Alemanha, 2019), Suoni Per Il Popolo (Canadá, 2019) ou Südtirol Jazz Festival (Itália, 2019).
Integra bandas de jazz contemporâneo (Omniae Large Ensemble, The Rite of Trio, In Igma, Luís Vicente Trio), projectos de percussão (Pedro Carneiro, João Pais Filipe/Jonathan Saldanha), projectos eletroacústicos (o solo O, Symph, CACO.MEAL), colaborações de música improvisada (Theo Ceccaldi, Eve Risser, Nuno Rebelo, João Paulo Esteves da Silva, Jacqueline Kerrod, Pedro Branco), bandas de rock e pop (Catacombe, Surma), bandas sonoras para Teatro e Dança (Peter Kleinert, Carlota Lagido) e composição erudita.

João Barradas

João Barradas, nascido em 1992, é um dos mais conceituados e amplamente reconhecidos acordeonistas europeus da atualidade, movendo-se entre a música clássica, o jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais, incluindo o Troféu Mundial de Acordeão (duas vezes), a Coupe Mondiale, o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Concurso Internacional Okud Istra (Croácia). Instrumentista eclético, desempenha um papel ativo na música clássica e contemporânea para acordeão, especialmente no domínio da música de câmara, trabalhando com compositores como Luís Tinoco, Fabrizio Cassol ou Dimitris Andrikopoulos. Figura de topo do acordeão contemporâneo, estreou dezenas de peças escritas para ele ao longo dos anos. Além disso, realiza também trabalho de pesquisa, transcrição e composição de música original para o seu instrumento.
Sendo também um notável acordeonista de jazz, João Barradas apresentou-se em importantes palcos internacionais, gravou para a editora discográfica Inner Circle Music, de Nova Iorque, e colaborou com vários artistas de renome, incluindo Greg Osby, Mark Turner, Aka Moon, Mike Stern, Gil Goldstein, Fabrizio Cassol, Mark Colenburg, Jacob Sacks, Miles Okasaki, Rufus Reid ou Jerome Jennings, entre outros. O seu primeiro álbum para a Inner Circle, intitulado Directions, foi nomeado para “Melhor Álbum do Ano” pela revista Downbeat.

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