A curiosidade é o divino em busca de si mesmo — um desaparecimento teórico.
Tempos sombrios à vista. Tudo tem de mudar. Temos de mudar tudo.
Como começar a reimaginar após a desilusão?
Uma oscilação entre querer ser visto / querer desaparecer; querer ser abraçado / querer dissolver-se; procurar por significado / desejar mistério.
A crença não como certeza, mas como algo que se continua a escolher, mesmo depois de nos ter falhado.
Um musical… mas como uma espécie de «crise existencial subtil».
Música co-produzida por Kerem Isik e acompanhamento de saxofone por Orfea Grammatikopoulos.



