Uma festa que nunca acaba nem começa. Balões meio vazios, açúcar no chão, um corpo a rir alto demais. Faithful Inertia é um espaço tomado — inflado, encenado, colapsado — onde o feminino se repete até falhar. Uma coreografia de glitter, raiva, confissão, silêncio. Aqui, tudo é demasiado e nunca suficiente. Entre brincar e performar, esconder e expor, habitamos este território instável: um lugar onde o feminino é construído, vigiado, exagerado — e, ainda assim, escapa. Um lugar onde se pode apodrecer devagar, sem pedir desculpa.



